Para direita pulando, pulando, pulando eu
vou!
Para esquerda pulando, pulando, pulando eu vou!
E para trás
(eu vou!)
E para frente
(eu vou!)
Eu vou pulando, pulando, pulando como um canguru
Para esquerda pulando, pulando, pulando eu vou!
E para trás
(eu vou!)
E para frente
(eu vou!)
Eu vou pulando, pulando, pulando como um canguru
(Aline Barros)
É triste
decepcionar tantas criancinhas, mas, ao contrário do que diz a letra da música
“Dança do Canguru” da cantora Aline Barros, o pobre (ou será felizardo?) do
canguru não pode saltar para trás.
Esse, aparentemente, “problema” do canguru
deve-se à sua conformação biológica. Por possuírem patas grandes demais, eles
só conseguem impulsionar seu corpo para frente, o que significa que, quando
precisam “andar para trás” eles tem que saltar para frente e dar a volta.
Qual a
importância disso para nós? Bem... não somos cangurus, mas seria bom se
aprendêssemos a impulsionar o corpo, a mente e a vida somente para frente.
Seria melhor ainda se entendêssemos que até para “olhar para trás”, deveríamos
saltar para frente.
Infelizmente,
a vida não nos brinda com facilidades e o instinto do recuo é automático na
maioria de nós. Sabemos que, uma vez aprendida uma lição, nós não a
“desaprendemos”. No entanto, quantas vezes insistimos em repetir erros antigos
mesmo já tendo aprendido a agir corretamente? Em determinadas situações, a
lição está tão bem aprendida que nem temos mais o impulso de agir como agíamos
no passado, porém por questões muitas vezes sociais, seja por exigências
familiares ou simplesmente por preguiça de ter que explicar novos
comportamentos, cedemos à tentação de “saltar para trás”.
“Olhar para
trás” é algo importante e necessário para entendermos melhor em que ponto da
vida estamos e como chegamos nele. Mas, assim como as patas do canguru que
foram projetadas para impulsioná-lo adiante, nossa alma e mente também foram
projetadas para nos impulsionar para frente. Mas no nosso caso, essa impulsão é
consciente e pode ser analisada, raciocinada e calculada.
Fomos
projetados para escolher o caminho que seguiremos. A estagnação pode ser
confortável a princípio, mas em algum momento ela começará a nos incomodar,
porque fomos feitos para o crescimento. E não há crescimento sem movimento.
Projete seu
corpo e sua mente para adiante e verá que, aquilo que requer esforço no começo,
fluirá normalmente com a prática.
Que tal criar
sua própria “Dança do Canguru”?
E para trás (NÃO vou!)
É SÓ para frente ( que eu vou!)
Eu vou pulando, pulando, pulando como um canguru
É SÓ para frente ( que eu vou!)
Eu vou pulando, pulando, pulando como um canguru
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