terça-feira, 19 de agosto de 2014
A FORÇA DO HÁBITO
Apesar da nossa capacidade de raciocínio, análise e decisão, vivemos a maior parte do tempo atendendo à automatismos comportamentais. Somos como robôs.
Aprendemos um comportamento e reagimos à diversas situações similares utilizando o mesmo comportamento aprendido como se todas as situações fossem as mesmas. E mesmo quando o resultado não é positivo, tendemos a repetir o comportamento, pois mudar requer um esforço que traz desconforto emocional.
Nosso sistema de defesa é tão potente, que diante de uma possibilidade de mudança, nosso "robô interno" aciona um grande letreiro luminoso em nossas mentes com os dizeres: "NÃO MUDE! O CORRETO É AGIR COMO SEMPRE AGIU!".
Alguns de nós, já cedemos nesse primeiro apelo do "robô" e mantemos o comportamento anterior acreditando piamente que aquela era a forma correta de agir.
Outros, por alguma circunstância especial, resolvem ir em frente e tentar mudar, questionam o comando do robô e ensaiam passos diferentes dos que estão acostumados. No entanto, o robô, que está sempre alerta, parte novamente para ação, dessa vez não usa palavras, mas vai direto ao ponto provocando uma forte sensação de incômodo no "atrevido" que decidiu mudar.
Assustado com aquele desconforto emocional, diante da incerteza dos resultados que seu novo comportamento poderá trazer, a maioria das pessoas recua, retorna para sua zona de conforto e volta a utilizar dos mesmos comportamentos anteriores, já conhecidos e, por isso, menos ameaçadores.
E assim nos mantemos nos automatismos comportamentais, repetindo atitudes, num ciclo previsível de ação e reação.
Da próxima vez que algo lhe acontecer, experimente pensar numa nova maneira de reagir, numa nova forma de lidar com a situação. Saia da zona de conforto. Ouse mudar!
Os resultados podem ser muito positivos... mas você só vai ter certeza, se tentar!
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