quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

EQUIPES DE ALTA PERFORMANCE – PARTE II


Segundo Eugenio Mussak¹, o que diferencia uma equipe eficiente de uma equipe de alta performance é a paixão. E para que essa paixão seja conquistada, a equipe precisa ter três características fundamentais:
  1. O objetivo da equipe deve ser considerado uma missão. E essa missão deve ter uma estratégia eficiente para que não se torne uma simples “aventura irresponsável”;
  2.  Seus membros devem gostar de desafios. O que significa que devem estar conscientes (e gostar) dos riscos existentes;
  3. É fundamental que a equipe seja liderada por um líder de alta performance.

A liderança mais uma vez é requisitada, demonstrando ser ela de fundamental importância para a conquista e superação de metas dentro de uma organização. A equipe, portanto, nada mais é do que o reflexo de seu líder. Quanto melhor e mais capacitado está o líder, mais eficiente e capacitados se tornarão seus liderados.


Uma pessoa ou equipe de alta performance pode ser o sonhado por muitas empresas, mas, infelizmente, percebemos que a maioria delas ainda não está habilitada para possuí-las. Ainda é muito comum que gestores mantenham–se arraigados a velhas práticas de gestão, tornando-se cada vez mais chefes de grupos do que líderes de equipes. Principalmente quando percebemos que, quanto maior é o comprometimento e a habilidade do indivíduo, maior será sua exigência com relação à empresa e a seus líderes.

“Pessoas alta performance são exigentes e não gostam de situações estáveis. (...) Doam-se, mas exigem ser ouvidos, querem melhores condições de trabalho, novos desafios, mais responsabilidades. São empreendedores, autônomos e inovadores. São curiosos, transgressores e, as vezes, insolentes”².


Essas pessoas são constantemente vistas como um “problema” para a organização que é incapaz de perceber nessas características a inquietude típica de um alta performance. E, por conta disso, muitos talentos são menosprezados, desperdiçados, sufocados, devido à velha mentalidade do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Quanto maior a qualificação do profissional, quanto maiores forem suas competências, maior será o seu nível de exigência em relação à empresa da qual ele faça parte.

Um profissional de alta performance pode levar a organização a patamares nunca antes alcançados, mas.... será que sua empresa está pronta para isso? Seus líderes estão preparados? A cultura organizacional vigente propicia e encoraja a existência desses profissionais?

E você? Está preparado para ser um profissional de alta performance?


¹MUSSAK, Eugenio. “Com gente é diferente: inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”. São Paulo: Integrare Editora, 2014. p. 39
²MUSSAK, Eugenio. “Com gente é diferente: inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”. São Paulo: Integrare Editora, 2014. p. 43

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