sábado, 18 de outubro de 2014

MUDAR OU NÃO MUDAR... EIS A QUESTÃO!

Não sou partidária da mudança pela mudança... acredito na mudança para melhor. Mudar de seis para meia dúzia só para dizer que mudou, não é mudar, é manter a tradição fazendo cara de revolucionário. 

Se você é feliz do jeito que é, se você gosta de ser assim, não há nada de errado nisso. O problema é quando ser o que somos começa a nos prejudicar, a nos fazer mal, a não gerar resultados. Aí então é o momento de se pensar em mudar, em assumir novas posturas, em procurar novos caminhos. Pois, se nascemos pequenos e vamos crescendo ao longo do tempo é porque a vida, desde o começo, já quer nos ensinar que nossa missão no mundo é evoluir, para que, ao chegarmos na idade em que a matéria enfraquece, sejamos capazes de nos sustentar utilizando a força que conseguimos construir em nosso interior.

Não é a mudança que torna a vida inconstante! A vida já é mutável por si mesma... é de sua natureza ser instável e inconstante. Buscar a segurança e a estabilidade é uma incoerência com a própria essência da vida.

Mudar, portanto, é aceitar a vida como ela é e adaptar-se à sua essência, à sua maneira de ser.

"Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças".

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